OSHENGRAH

A nova consciência

Os Raios

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O Trabalho dos Raios, incluindo o Trabalho das Chamas é algo que foi divulgado por Saint Germain, na continuidade da Instrução que surgiu via Alice A. Bailey , dada por Djwal Khul, que foi “Um Tratado sobre o Fogo Cósmico” e “Um Tratado Sobre os Sete Raios”.

Sobre a Terra colocou-se durante muito tempo a Regência dos Sete Raios, devido a que reflectem os Sete Aspectos de Deus aqui para a Terra.

Cada Raio tem um Director ou Regente que representa e lidera esse aspecto da Personalidade de Deus para a Terra. É chamado de Choan.

Os Raios são regidos pelo Maha Choan ou Grande Regente, como representante da Divindade, sendo Um dos Anciães (ELDER) do Conselho Cósmico Director da Terra no Conclave da Regência.

A ORIGEM DOS SETE RAIOS

A origem dos Raios vem dos Viajantes do Cosmos, os Gigantes que se fixaram na Terra há 1 bilião e 500 mil anos atrás, procedentes da Constelação do Touro, e que emitiam dos seus Corpos uma Radiação especial que permitiu que a Terra se organizasse em Sete Capas ou Esferas Concêntricas, nas quais se “arrumaria” a Vida que vinha para a Terra, a evolucionar.

Essas Capas são chamadas também de Dimensões ou Planos de Evolução. Cada uma delas é subdividida em Sete Sub-Planos, onde as formas de consciência se vão aí agrupando e organizando para as manifestações mais “abaixo” no plano mais denso conhecido como o Plano Físico ou Dimensão Física, Plano Tridimensional ou 3D (Terceira Dimensão).

Estes Pais da Vida, vindos das estrelas, eram conhecidos como a Raça Cyclop e tinham um olho na testa, na sua maioria, outros tinham três olhos e ainda outros quatro olhos.

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De acordo como o que me foi dado ver deles, não tinham orelhas,  só pequenas protuberâncias porque “ouviam” com o crânio.
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Os de 4 olhos tinham 1 atrás e 3 à frente.

Todos eles como tutores da Vida alcançaram aqui no planeta a sua passagem para o Universo Teta e tornaram-se Raça EL. Só ficaram atrás os que foram os remanescentes das Humanidades que por aqui apareceram vindas do Espaço Exterior, muito antes do Projecto EDEN.

Deixaram aqui as suas Cidades Gigantescas com as Bibliotecas de Cristal, as quais foram mais tarde passadas a outra Dimensão Superior.

A recordá-los ficaram gigantescas estátuas, mais velhas que o surgimento da Humanidade e para além das tecnologias primitivas e capacidade de edificações de alguns povos primitivos. Essas edificações estão alinhadas com pontos-força ligados ao geomagnetismo do Planeta.

Quando no tempo de MALDEK[1], deu-se uma grande batalha no espaço e os habitantes da Base que é a Lua aliaram-se aos habitantes de Maldek para atacarem os habitantes do Sol que se chamava (e ainda chama) de Velatropa.

Os homens da Lua e dos outros planetas sob o domínio de Maldek eram chamados de Pitris.

Havia os Pitris Lunares, os Pitris Marcianos, os Pitris Maldekianos, excepto na Terra, que ainda não havia dado os seus frutos autóctones. Os que se tinham instalado aí eram de outras Estrelas e de outros Planetas. Só havia Colonatos.

Então os Pitris Lunares com os de Maldek (os Marcianos e outros não participaram nessas guerras) declararam guerra aos Agnianos, nome que se dava aos habitantes dos Planetas Intra-Solares e ao Planeta Central Helius como é chamado.

Os Agnianos, também conhecidos por Génios Solares, derrotaram os Pitris e perseguiram-nos em debandada até os seus planetas.

A Terra nesse tempo tinha 3 Luas ao redor dela, todas artificiais e uma quarta que orbitava de modo irregular e não permanente, a actual Lilith ou Lua Negra. Eram Aadiana e Haavita e a nossa Lua.

Os Pitris Lunares eram da Lua, a nossa actual.

A guerra levou a destruição total aos Pitris Lunares e a Lua seu planeta artificial morreu e toda a sua substância Astro-Mental transferiu-se para a Terra.

Maldek explodiu no espaço e deu origem à Era das Colisões em que todo o Sistema Planetário foi abalado e o próprio Sol.

A Terra caiu do seu lugar e um globo ígneo projectou-se do Sol e formou um novo planeta externo, Mercúrio.

Nesse tempo Vénus era um cometa, ou melhor, uma Nave em rota, a Nave que SANAT KUMARA dirigia.

Só há pouco mais de 5.000 anos se posicionou onde está hoje e ocupou o lugar de Planeta.

Toda a vida que saiu da Lua passou a integrar a Terra, assim como alguns Maldekianos e estacionaram nas Capas dos Raios esperando o momento de  se manifestarem na 3D.

Cada Raio é um Plano Director da Consciência  Divina operante num Globo ou Mundo Dimensional que compõe o orbe Terra.

Por outra forma, é a Terra e as Terras “Paralelas” Dimensionais.

Cada um de nós, seres humanos, assim como todos os outros seres vivos, temos além do corpo físico outras capas subtis que são os Corpos Subtis ou Corpos Dimensionais.

Tal como os Raios dirigem o Planeta, nós também temos os Raios da Presença Divina dirigindo o  nível de Consciência nos diversos Planos, Esferas ou “mundos” que integramos.

Assim, os Raios da Presença também nos integram e de igual forma se reflecte o que está “fora” na organização sistémica Solar-Terrestre nos nossos corpos Celestiais.

A partir de 1999 foi redimensionado e ajustado o número de Raios para Doze.

Assim os Corpos do Homem também foram ampliados para Doze.

Carlos Carvalho
Outubro 2011

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[1] Um Planeta Gigante entre Marte e Júpiter