OSHENGRAH

A nova consciência

A Restauração do Sacerdócio

Deus (Aqueles Que O Representam) age pelo Sacerdócio.

O Sacerdócio tem as Chaves da Dispensação de assistência e de todas as bênçãos, para as Humanidades. É detentor dos Segredos da Criação.

MAL-KI-TZE-DEK é Supremo Chefe dos Anciães de Dias, sendo igual a Deus. É uma projecção do Ancião Supremo, MEL-KI-HA-EL, O Senhor dos ELOHIM, directamente de HAVONA, do Coração de OUDAMAH-MAEL. É também o Príncipe Eterno, SANAT KUMARA. Através d’ ELE (o Sacerdócio) todas as coisas foram feitas.

Na dispensação PLEIADIANA, os Adamitas e a sua descendência (que inclui os gentios) são tutelados por ELI, desde Sirius (o Deus de Jesus), sendo que Jehová de Danúbio (Pleiadiano) vem dar o Juízo Final à Humanidade, uma vez que foi ELE que introduziu a cepa Adâmica para a elevação das Raças.

O Sacerdócio, após a desaparição de Jesus, ao quedar-se a Igreja Católica caiu na Apostasia. Mais tarde, no século XIX foi reinstaurado nos Estados Unidos de América, através de Joseph Smith ao fundar-se a que foi conhecida por Igreja Mórmom.

Agora, uma vez que a Igreja Mórmom decaiu e entrou também na Apostasia do “deus bezerro de ouro” necessário se torna edificar de novo o Pilar do Sacerdócio Eterno. É importante ser restaurado o Verdadeiro Conhecimento para a Terra.

O Sacerdócio correcto estabelece:

  • O Conhecimento da Verdadeira Personalidade de Deus para este mundo e todos os mundos.

  • A verdadeira relação do homem com Deus.

  • O alicerce adequado do estudo das escrituras e do Novo Evangelho:

    • a)Fé em Deus e no Cristo.

    • b) Arrependimento.

    • c) Baptismo pelo Fogo.

    • d) Imposição de mãos para ser conectado como o Dom do Espírito Santo.

  • Compreensão da diferença entre o Sacerdócio Aarónico e o de Melquisedec (Heb.7: 11-12)

  • Compreensão dos diferentes ofícios nestes dois sacerdócios; os deveres de cada um, o número necessário para constituir o quórum...

  • A organização certa da Igreja da Alma e a sua finalidade.

  • O nome que ele tem de ter.

  • Que os seguidores das Leis e que servem a Deus devem ser chamados de Santos.

  • De onde viemos – o Nosso Lar. Que vivemos já antes de termos aqui nascido.

  • Porque estamos aqui. A razão de termos voltado.

  • Os três graus de glória.

  • O que é a Primeira Ressurreição. O que é o Milénio.

  • A obediência às ordenanças do Evangelho é tão essencial, que é necessário fazer o trabalho vicário pelos falecidos para os ajudar a sair do purgatório.

  • O Evangelho vai ser pregado aos mortos para os doutrinar.

  • O milénio foi instituído para preparar este trabalho de consciencializar os que se encadearam nos laços da morte e estão nas trevas do sofrimento.

  • Que a condição e o tempo de vida de alguém sobre a terra é resultado da vida anterior, tal como a vida futura será condicionada pela presente vida.


Todas as coisas seriam restauradas para conhecimento e felicidade dos homens e maior glória de Deus (Actos: 3:21)

COMUNHÃO

A função da Comunhão é passar os símbolos emblemáticos do Ritual de Mel-Ki-Tze-Dek, de modo a renovar o Convénio Eterno da união dos símbolos Solares e Terrestres, com o Espírito que tudo liga. É o Sacrifício do CRISTO, o voto do Bodhishattwa que perpetua o Resgate de todos os que estão caídos.

É feito para activar a Comunhão entre as Hierarquias e se dar a Transconsubstanciação dos elementos (processo Alquímico), galvanizando a Alma de modo a incorporar em si as partículas de Luz e nascer no Homem a Consciência Solar ou Divina. CRISTO une-se ao homem e o homem une-se a CRISTO.

O oficiante apela à Consciência Divina, e no mais Puro da Essência do Seu Ser usa a Palavra (Verbo) para operar a mutação e emana de si o Espírito (sendo canal da Divindade) que unifica a Obra no Corpo e Sangue de CRISTO, que dá a Salvação.

Alquimicamente transmutados os dons da Comunhão são a Carne corpórea – o veículo do DHARMA – do Cristo Buddha – e o Sangue que vivifica – o Fogo, o Sopro da Vida - o Conhecimento, que permite difundir as Chamas da dispensação do Plano Divino, o Qual passa pelo activar do “relembrar” os compromissos Cósmicos da Alma com o CRISTO INTERNO de todas as Almas Irmãs que caminham neste mundo (à semelhança das que peregrinam nos outros mundos das Casas ou Moradas de Deus), cumprindo a Missão que lhes compete na Obra da tomada de Consciência e da União com o Espírito, o retorno à Essência.

Os Dons Sagrados da Comunhão são para partilhar pela assistência, pois o Grande Sacerdote disse: “Tomai e comei todos” e “Tomai e bebei todos”.
Também disse: “Fazei isto (o ofertório e partilha) em memória de Mim”.

Assim disse: “Sempre que vos reunirdes em Meu Nome, EU estarei no meio de vós”.

A melhor forma de sacralizar a Memória de Cristo e partilhar da Sua Essência, Palavra e Espírito é, sempre que reunidos, partir o Pão da Vida e beber o Vinho do Conhecimento (a bebida sagrada), sendo uma forma de crescimento interno.